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 Ficha de Inscrição

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AutorMensagem
esteves74



Mensagens : 2
Pontos : 0
Idade : 23
Data de inscrição : 28/02/2013

Ficha do personagem
Elemento de Dominação:
Chakra:
0/0  (0/0)

MensagemAssunto: Ficha de Inscrição   Sex Mar 01, 2013 1:19 pm


Nome: Lee Tsune
Sexo: Masculino
Idade: 13.
Nação/Cidade: Praça Real, Nação do Fogo.
Elemento de dobra:Fogo.

Atributos: (10 pontos para distribuir somente entre Força, Resis e Agilidade. Chakra começa com 10!)
|Força:3
|Resistência: 4
|Agilidade: 3
|Chakra: (010/500) É a energia que seu personagem usa para realizar dobras. Você desenvolverá o chakra durante aulas.

Habilidades:
Linha de fogo - o player acende uma linha de fogo com seu indicador, podendo direcioná-la na direção desejada.
Disparo I - o player consegue disparar uma "bola de fogo" do tamanho de sua mão.
Aquecer - o player esquenta o local que está inserido ao exalar calor de seu próprio corpo com sua dominação.

Itens: Anel com o brasão da família.


Aparência
física:
Magro, de estatura mediana, cabelos e olhos castanhos, branco. Cabelos curtos, corte normal.
Características psicológicas: Introvertido, ressentido pela morte da mãe e pelo sequestro do irmão, pressionado pelo pai que deseja encontrar o filho, não fala muito, pois ainda sofre com tudo isso. Não quer vingança, quer paz e união entre as pessoas, pois acha aqu só a paz verdadeira pode por fim a todos os conflitos.

Nome do pai: Akino Tsune, 49 anos.
Nação/Cidade do pai: Praça Real Nação do Fogo.
Nome da mãe: Feng Tsune, 48 anos.
Nação/Cidade da mãe: Ilha Ember, Nação do Fogo.
Extras: Irmão: Phiro Tsune, 25 anos.

História:


Eu nasci em uma família tradicional da Nação do Fogo. Para
meus pais, o nome era tudo, e nesse meio eu cresci e fui educado. Seguindo
sempre os padrões e as normas da alta sociedade, éramos uma família de alta
classe, mas sem muitos exageros, tínhamos que manter as aparências, pois papai
era um dos Conselheiros de Guerra do Senhor do Fogo. Minha infância foi em meio
à guerra, apesar de a mesma estar no seu fim, mas seus efeitos nunca foram
sentidos pela nossa família, pois, como éramos membros de uma família
importante para a Terra Natal, tínhamos a proteção dos Dominadores de Fogo
Imperiais. Meu irmão mais velho era um dominador habilidoso e estava crescendo
dentro do exército, seguindo os passos do meu pai. Ele sempre foi muito bom
comigo: ensinou-me as dobras de fogo básicas, tudo o que sei hoje, devo a ele,
pois nunca tive um pai presente...apesar disso não o culpo por que, com a
guerra, ele era muito ocupado e eu tinha meu irmão... Porém, foi quando eu
tinha 10 anos que aconteceu; a guerra havia acabado de terminar, mas grupos de
'Anti-Dobra' (Igualitários) espalhavam-se rapidamente, não só pela Nação do
Fogo como pelo mundo inteiro. O Avatar Aang criou, junto com o Senhor do Fogo
Zuko uma nova cidade, Republic City, para a qual meus pais queriam se mudar, começar
uma nova vida de tranquilidade... Na nossa ultima noite na Praça Real, os revolucionários
Anti-Dobra fizeram um ataque devastador. Nós estávamos jantando, quando meu pai
notou que havia algo errado. Gritos, correria, fogo sendo disparado... Ele se levantou,
mandou minha mãe se esconder comigo e foi junto com meu irmão ver o que estava
acontecendo e ajudar a combater os atacantes. Tínhamos um quarto de segurança
na casa, para o caso de algo daquele tipo ocorrer durante a guerra, minha mãe e
eu corremos para lá, mas não conseguimos chegar a tempo... Ouvi uma explosão
absurdamente próxima e metade da minha casa desabou sobre nós. Eu e minha mãe
conseguimos disparar bolas de fogo para desviar e destruir alguns escombros que
caíam sobre nós, mas eu, ainda jovem, não fui tão rápido quanto a situação
exigia de mim e, se minha mãe não tivesse me empurrado, aquela parede cairia em
cima de mim... Quando finalmente consegui levantar, procurei minha mãe, mas não
a encontrei de imediato. Algo estava errado, muito errado. Ela estava no chão,
mas eu só conseguia ver metade do corpo dela! A outra parte estava embaixo de
pesadas pedras que, com certeza, eram a parede que ruíra. Aquela cena foi um
choque! Minha mãe estava quase morta na minha frente e as últimas palavras que
ela conseguiu dizer foram: "Corra, meu filho, se proteja e ache seu pai!
Eu amo vocês!". Meu mundo acabara! Minha mãe, que sempre esteve comigo,
sempre me deu carinho e apoio estava morta! Ela morrera para me salvar! Como
último gesto de amor, ela deu sua vida em troca da vida de seu filho! Eu estava
em choque. Desesperado, ainda tentei, sem sucesso, afastar as pedras, tirar o
corpo sem vida de minha mãe daquele lugar que fora minha casa, agora
destruída... Ouço uma voz distante chamar meu nome, sou arrastado para longe do
corpo da minha mãe e para perto do rosto cortado e cheio de sangue de meu pai.
Ele pergunta o que aconteceu, mas não consigo falar; apenas choro e me agarro a
ele e à esperança de que a tragédia acabaria naquele instante. Por um breve
momento, ainda tomado pela adrenalina, chego a pensar que vou acordar daquele
pesadelo, com minha mãe me chamando para tomar café da manhã com um sorriso no
rosto emoldurado por seus cabelos acaju, mas um som de gritos próximos e a voz
do meu irmão chamando meu pai me tiram imediatamente desse breve momento de
ilusão. "Eles querem tomar o palácio', foi o que eu lembro meu irmão
dizer. Meu pai mandou que eu ficasse ali, escondido, para me proteger, mas não
podia ficar parado, não podia deixar que minha família fosse totalmente
destruída. Queria ir com eles; não podia deixar que me tirassem meu pai e meu
irmão também. Meu irmão veio tentar me acalmar, me levar para um lugar seguro
enquanto meu pai começou uma luta voraz contra sete dos invasores. A todo canto
se via fogo, corpos no chão, gritos, horror; mesmo depois de ter acabado, a
guerra se mostrava mais forte para mim do que jamais esteve, parecia não haver
lugar seguro ali. Estávamos indo na direção contraria a luta de meu pai, quando
o caminho foi obstruído por dois igualitários; eles usavam roupas pretas,
provavelmente para facilitar a entrada na Praça à noite, e máscaras para
esconder seus rostos. Antes que eles pudessem fazer algo contra nós, meu irmão
abateu um com um raio bem no peito. O outro avançava, esquivando dos ataques de
meu irmão com muita facilidade até que outra casa próxima explodiu e o igualitário
restante foi atingido pelos fragmentos de uma granada, provavelmente lançada
por um de seus comparsas... Enfim estávamos com o caminho livre, mas um urro,
vindo de trás nos forçou a recuar. Papai segurava um dos braços, debilitado,
dano causado provavelmente por um Bloqueador de Chi, e com um profundo corte na
perna esquerda que lhe prejudicava o equilíbrio, mas ainda assim, lutava bravamente
agora contra 3 inimigos, via-se os corpos dos outros quatro no chão com várias
queimaduras de aspecto grave.
Meu irmão me largou e foi ajudar papai; logo de cara, consegui acertar um no
braço com uma rajada de fogo, meu pai aproveitou a abertura e matou-o com uma
saraivada de fogo atingindo-o no peito. Porém a vitória sobre eles estava
distante. Naquele momento, Bloqueadores conseguiram derrubar meu irmão e
levaram-no. Tomaram meu irmão de mim. Pensei que estivesse morto, mas seus
gritos e tentativas falhas de resistência, apontavam o contrário. O alívio foi
momentâneo, pois meu pai distraíra-se com a captura de Phiro e fora atingido
fortemente nas costas. Ele caiu na mesma hora em que os Dominadores de Fogo
Imperiais chegaram. Mataram os outros dois que tentavam levar meu pai, mas não
conseguem resgatar meu irmão, que é levado embora pelos igualitários.
A barulheira parece ter diminuído. Lentamente a poeira começa a se dissipar e a
visão dos estragos fica mais clara. Casas destruídas por explosões ou por fogo,
corpos de soldados e de pessoas normais que moravam ali estavam espalhados pelo
chão, uns 10 ou 15 mortos e outros tantos feridos. Corri para junto de meu pai,
para ver o que tinha acontecido ver se ele estava bem. O terror dos
acontecimentos daquela noite estava estampado no rosto dele; uma expressão de
medo começava a tomar conta de seu rosto marcado pelo tempo e pela batalha
daquela noite; ao dar-se conta do que havia acontecido ele também começa a
chorar e a querer ver o corpo da minha mãe; queria buscar meu irmão
imediatamente, mas não conseguia se levantar, ainda sofria com os efeitos da
batalha em seu corpo, afinal, não era mais moço, levaria algum tempo para se
recuperar. Não se sabia de nada. Eu não sabia de nada: não sabia como seria
minha vida daquele momento em diante, sem minha mãe, não sabia se ou quando
encontraríamos meu irmão [...]
Depois de alguns minutos do final daquele confronto, fomos levados a uma tenda
médica, onde curandeiros da tribo da água haviam sido chamados em caráter de
emergencial para tratar dos feridos. Eu tinha alguns arranhões por conta do
desabamento da minha casa, um pé estava doendo por conta da queda quando minha
mãe me empurrou, mas no geral eu estava inteiro. Eles fecharam imediatamente os
cortes no rosto de papai e conseguiram milagrosamente fechar o da perna, porém,
disseram que ele havia perdido massa muscular na região e não voltaria a andar
normalmente, não sem a ajuda de uma bengala para dar apoio. Ao menos o ataque
nas costas não deixara sequelas... Dias se tornaram semanas, semanas se
tornaram meses sem que tivéssemos notícias do meu irmão. Rumores levaram
meu pai a acreditar que ele havia sido levado para Republic City, mas tudo era
incerto. Papai estava com medo que eu fosse levado também e disse que eu iria
frequentar uma escola de dobra durante o dia e quando eu chegasse em casa, iria
dar umas aulas de aperfeiçoamento, para que eu pudesse me cuidar. Mudamos-nos
para Republic City dois meses depois do acontecido e agora, 3 anos depois,
sabemos tanto sobre eles quanto na noite do acontecido. Meu pai não pode mais
sair para procurar meu irmão, pois os ferimentos lhe reduziram a mobilidade e a
idade contribuiu. Tudo o que eu queria era minha família reunida de novo. Eu
sei que nada vai trazer minha mãe de volta e sei que ela estará sempre comigo;
quero ficar forte, aprender tudo o que for possível aprender para que eu possa
procurar meu irmão e trazê-lo de volta.
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Cordel

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Ficha do personagem
Elemento de Dominação: Ar
Chakra:
35/500  (35/500)

MensagemAssunto: Re: Ficha de Inscrição   Seg Mar 25, 2013 9:13 am

Reprovado.

Na verdade sua história está boa, porém existe um erro de concordância com a história do jogo, o Avatar Aang já morreu e Korra agora já está por volta dos seus 40 aninhos, mude o tempo em que a sua história acontece e mande um post por aqui mesmo dizendo que editou a sua ficha para uma nova avaliação.


Ficha - Moradia - Conta 58

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esteves74



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Ficha do personagem
Elemento de Dominação:
Chakra:
0/0  (0/0)

MensagemAssunto: Re: Ficha de Inscrição   Sab Jun 08, 2013 1:28 pm

Oi, Cordel, infelizmente, não poderei mais participar do site, uma vez que minhas aulas na universidade começaram... Agradeço a oportunidade e disponibilizo minha história para quem quiser utilizá-la Very Happy
Mais uma vez agradeço a oportunidade.
Sucesso para o site, até breve.



Atenciosamente:
Douglas Esteves
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Inscrição   

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