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 Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)

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Viktor Fernandes WB

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MensagemAssunto: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   Dom Maio 26, 2013 9:09 pm



Nome: Alec.
Sexo: Masculino.
Idade: 18 anos.
Nação/Cidade: Tribo da Água do Norte / Cidade República.
Elemento de dobra:Água.

Atributos:
|Força: 2 pontos.
|Resistência: 2 pontos.
|Agilidade: 6 pontos.
|Chakra: 010/500 pontos.

Habilidades:
-Chicote de água.
-Jato de água.
-Onda I.
-Cura I.
-Congelamento da água.

Itens:
-Cantil de água.
-Pulseira com o símbolo da Tribo da Água.
-Cão-Urso Polar – Luna.


Aparência física:
Tenho 1,70 de altura, não sou magro nem gordo, tenho poucos músculos a vista, e tenho cabelo louro claro de tamanho mediano e um estilo meio bagunçado. Meus olhos são azuis bem escuros com um tom de roxo, e em torno da íris tem um tom azul claro.
Características psicológicas:
Sou uma pessoa muito observadora, também sou perfeccionista e muito criativo. Gosto de ver o mundo com realidade, também sou sempre sincero, mas ao mesmo tempo sou otimista. Também sou tímido, mas apenas com pessoas desconhecidas, gosto de descobrir coisas novas, mas também sou uma pessoa um pouco privada, conto meus segredos para apenas pessoas que eu confio. Falando em confiança sou totalmente confiante e confiável, contudo eu odeio falsidade, também sou alegre e sorridente. Sou muito paciente, e não consigo não desculpar uma pessoa, quero sempre o bem de todos, mas não se aproveite dessa minha virtude, pois também sou totalmente a favor da justiça, ou seja, fazer o certo. Como eu disse eu sou paciente, e demoro pra ficar irritado, porém se chegar a esse ponto, eu “explodo”. Sou calmo e persistente, e por certo às vezes sou teimoso. Não admito ignorância. Também sou uma pessoa carinhosa e amorosa, sou muito generoso, deixo de fazer algo para ajudar quem precisa. Sou detalhista e às vezes gosto das coisas do meu jeito.
É, sou difícil, e para piorar, às vezes sou bipolar. Resumindo com poucas palavras tudo isso, é que sou complicado.

Nome do pai: Alex.
Nação/Cidade do pai: Tribo da Água do Norte.
Nome da mãe: Leonora.
Nação/Cidade da mãe: Tribo da Água do Norte.
Extras:
-Avô Paterno: Alexander.
-Avó Paterna: Irian.
-Avô Materno: Leon.
-Avó Materna: Ágatha.
-Melhor Amigo: Jace.


História:
Dia 10 de Março foi o dia em que nasci, mas a verdade é que meu destino começou a ser traçado desde muito tempo atrás, quando meus futuros avós, Alexander e Irian, que nasceram e que depois de um tempo começaram a estudar juntos em uma mesma escola na Tribo da Água do Sul, por trocas de olhares, os dois começaram a se falar e percebia no ar a magia do amor. Isso era o que meu pai me contou. Isso acontecera por muito tempo atrás, quando meus futuros avós estavam na adolescência, Alexander tinha 17 anos e Irian tinha 16 anos. Logo, os pais da minha avó Irian, ficaram sabendo e pediu que Irian o convidasse para jantar em sua casa, embora eu não chegasse a conhecer meu avô, algo me dizia que ele era muito tímido pelas histórias que me pai contava, e meu pai dizia que eu tinha puxado a timidez do meu avô. Retornando ao “meu” passado, meu avô tentou recusar o convite, mas não foi possível, pois a insistência da minha avó foi grande. Quando o dia chegou, eles jantaram normalmente, e meu avô acabou gostando dos pais da minha avó, que embora estivesse muito nervoso antes do jantar começar. Para a surpresa de meu avô, no final do jantar Alexander e Irian saíram de casa para ficar um tempo a sós, logo minha avó falou para ele que os pais dela haviam deixado os dois namorarem oficialmente. Alguns meses depois, os pais de Irian que já haviam concordado com o namoro, achou melhor também resolver as questões do casamento, e junto aos pais dela, os pais do meu avô também foram ajudar. Logo que resolvido o casamento, a data do mesmo foi marcado, que supostamente alguns anos depois, seria a data de aniversário do meu pai. Casaram-se no dia 18 de Novembro, quando meu avô estava com 20 anos e minha avó 19 anos. Mas um tempo depois, uma decepção tomou conta da família, os pais do meu avô faleceram, faleceram de que supostamente era uma doença, mas na época ninguém conhecia essa doença. Foi um pouco difícil a recuperação de Alexander, mas não demorou muito e que outra tristeza apareceu, o pai de Irian também faleceu com a mesma doença que causou a morte dos pais de Alexander. A mãe de Irian, agora sem ninguém de companhia, foi convidada por sua filha para morar com ela, aceitando o convite passou a morar junto ao genro e sua filha. Um tempo depois, todos os três decidiram esquecer o passado, e para isso resolveram deixar a Tribo da Água do Sul para morar em outro lugar, como o pai de Alexander era um pescador nato e gostava de viajar de navios, ele tinha navios grandes que passara de herança para Alexander, entrando em um dos navios partiram para outro destino de suas vidas, para a Tribo “vizinha”, a Tribo da Água do Norte.
Na viagem, eles passaram por vários lugares nos quais ficaram na lembrança de cada um, quando chegaram à Tribo da Água do Norte, foram bem recebidos e logo acharam uma casa para comprar, e essa casa era do lado da casa de uma curandeira, e que meus avós nem sabiam que essa curandeira teria uma filha que futuramente casaria com seu filho que nasceria uns dias depois.
Passando esses dias, nasceu Alex, no dia 18 de Novembro, e no seu nascimento Irian teve algumas complicações a qual pediram a curandeira, que morava ao lado, que os ajudassem. Depois de que tudo ficou bem, eles conversaram e o nome da curandeira era Ágatha, na conversa também descobriram que ela tinha um marido que não era dali, e sim de BaSingSe, o que era perceptível pois haviam objetos diferentes pela casa, objetos que não eram de costume para casas das Tribos da Água.
Depois do nascimento de Alex, Leon e Ágatha ficaram amigos de Alexander e de Irian, assim Leon e Ágatha comentaram com eles que eles iriam fazer uma viagem a BaSingSe, e que retornariam depois de algum tempo, e que esse tempo demorara quase 9 meses.
-
Voltando desde ao começo da história, porém, contando sobre a outra parte da minha família, meus futuros avós. Bem, tudo começou quando Leon nasceu no dia 26 de Agosto em BaSingSe, seus pais trabalhavam como camponeses, eram donos de grandes terras e tinham muito dinheiro, porém eram pessoas muito humildes, sempre ajudando os próximos. Leon que nessa época tinha 16 anos tinha vários amigos, era bastante popular, mas um dia ficou muito chateado com seus pais, pois foi quando seus pais falaram que teriam que se mudar porque estavam recebendo ameaças de pessoas que queriam rouba-los. Com isso, a cabeça de Leon “explodiu”, ele começou a pensar várias coisas, pensou que não conseguiria mais ter amigos, pois eles iram se mudar para a Tribo da Água do Norte. Mas seus pais conseguiram acalmá-lo, e depois que tudo estava resolvido eles se mudaram. Quando chegaram, compraram uma casinha bem humilde, pois não queria chamar a atenção naquele lugar tão diferente do que eles estavam acostumados. Logo nos primeiros dias que chegaram, Leon que tinha feito aniversário uns dias antes, que estava com 17 anos, começou a ter problemas respiratórios, mas a verdade é que ele já tinha, mas essa doença nunca fora manifestada em BaSingSe, pois a diferença climática de um lugar para o outro foi grande, pois o clima muito frio da Tribo da Água do Norte fez com que essa doença aparecesse. Com isso acontecendo eles foram procurar médicos, mas o pai de Leon se lembrou de alguns contos que dizia que nas Tribos da Água existiam curandeiros que curavam as pessoas de ferimentos, machucados e etc. Então, eles saíram de casa procurando por ajuda, até que um senhor que não estava muito longe deles, viu a situação e os chamou, chamando-os o senhor disse que tinha uma esposa que era curandeira, e os convidou para que fossem lá para que ela os ajudasse. Quando chegaram lá, Leon viu uma pessoa muito bonita que acabara esquecendo que estava passando mal, ele viu uma jovem que aparentava ter 12 a 14 anos – “foi amor à primeira vista” (minha mãe me disse) – Depois que a viu, percebeu que era com ela que ele queria passar o resto da vida. Depois que a curandeira terminou o trabalho dela, os pais de Leon ficaram um pouco mais e ficaram conversando com os pais da minha futura avó. Nisso meu futuro avô Leon aproveitou e falou com minha futura avó Ágatha, ai ele ficou sabendo mais sobre ela, assim descobriu que ele era 3 anos mais novo que ele, ou seja, ela estava com 14 anos, mas para ele a idade nada impediria, e já no começo ele havia percebido que ela estava olhando ele de um jeito diferente, de um jeito tipo: fala comigo, eu gostei de você. Enfim, uns dias se passaram e eles viraram amigos, Leon ia quase todo dia lá à casa da Ágatha para chama-la, mas Leon teve um pouco de azar, as escolas que eles estudavam eram diferentes. Leon sabia a dobra de terra, mas no local que eles estavam isso era inútil, não dava para usar em nenhum lugar, a não ser com as lembranças de sua terra natal, que eram pedras pequenas de BaSingSe, já Ágatha seguiu o caminho da mãe, desde criança já aprendera a usar a dobra de água para a cura, ela nunca se interessou muito na dobra da água para atacar ou se defender. Depois de alguns anos, quando Leon tinha 23 anos e Ágatha tinha 20 anos, eles se casaram e decidiram fazer uma viagem a BaSingSe, com todos concordando eles foram, deixando para trás seus pais, mas que também não moravam muito perto. Depois dessa viagem romântica, voltando para a Tribo da Água do Norte, eles estavam com sua filha quase nascendo, faltando apenas alguns dias, quando realmente chegaram não encontraram seus pais, eles haviam desaparecidos, ninguém sabia para onde eles haviam ido ou o que havia acontecido, simplesmente assim. Eles até perguntaram para Alexander e Irian, mas eles também não sabiam.
Desesperados, mas ao mesmo tempo, alegres, pois sua filha já estava para nascer. Alguns dias se passaram e assim nasceu Leonora, no dia 18 de Abril, um neném muito fofo.
-
Agora que Leonora já tinha nascido, Leon e Ágatha ficaram mais aliviados, mas também mais desesperados, pois até aquele presente momento nenhum dos dois soube alguma notícia de seus pais. Mas para uma grande surpresa, uns dias depois, Ágatha achou um bilhete em sua casa, e que era de seus pais, no bilhete dizia que eles haviam saído para uma missão, e que eles foram para a Tribo da Água do Sul que seria supostamente o local de nascimento do novo Avatar, ou melhor, Korra. Mas mesmo sendo a Avatar ela precisaria de pessoas que a treinassem, que no qual foi Katara, mas também precisaria da ajuda de pessoas que a guardassem do perigo.
Atualmente na Tribo da Água do Norte se encontravam Alexander com sua esposa Irian e com sua mãe e juntamente com seu filho que tinha 1 ano de idade que se chamava Alex. Também na casa ao lado se encontravam Leon e Ágatha e juntamente com sua filha que nascera uns dias atrás que se chamava Leonora. O tempo fora passando e meus pais foram crescendo, e juntamente nesta época Korra também ia crescendo, porém lá na Tribo da Água do Sul. Quando meus pais já aprenderam a falar e a andar os dois passaram a brincar juntos, passando mais alguns anos meu pai começou a entender sobre a dobra de água, quando ele começou a entender, sua mãe que era a minha avó Irian, deu a ele um pergaminho da dobra de água que tinha por herança, com isso Leon começou ingenuamente a fazer os movimentos e até que conseguia mexer com a água, Leonora se incentivou mais na mãe dela, que usava a água para cura. O tempo fora se passando cada vez mais, até que os dois começaram uma amizade mais forte, uma amizade amorosa. Os dois começaram a namorar e depois de um tempo quando meu pai estava com 20 anos e minha mãe com 19 anos eles se casaram, e alguns anos depois minha mãe ficou grávida, e adivinha de quem? De mim! Nasci no dia 10 de Junho, meu pai estava com 21 anos e minha mãe com 20. (Só para comparar, um ano depois que eu nasci Korra já tinha derrotado Amon).
Infelizmente meus avós paternos faleceram de velhice um pouco antes de eu nascer, mas deixaram um grande presente para mim, uma foto dos dois que tenho de recordação até hoje. Quando fiz meu primeiro aniversário, ou seja, quando completei meu primeiro ano de vida não teve nada de muito importante mais ficou marcado na minha vida, pois alguns dias depois meu avô materno faleceu, e a foto mais recente que tenho dele foi a dele me segurando no colo em meu aniversário. Morávamos em uma casa um pouco simples, mas que ficava muito perto de uma área bem grande que dava para correr até cansar, meus pais costumavam me levar lá para eu ficar engatinhando. Quando completei 2 anos comecei a falar algumas palavras, mas até hoje meus pais disputam entre si falando que eu falei primeiro a palavra “papai” ou “mamãe”. Não me recordo de nada disso, apenas sei que gosto tanto de minha mãe quanto de meu pai, mas a diferença é que cada um me ensinou coisas diferentes que tiveram importâncias diferentes. Quando completei 3 anos eu já tinha aprendido a andar, andava meio torto mais andava, caia muitas vezes mais levantava. Nunca desistia, mas na verdade qual criança que desiste de andar enquanto se estar aprendendo, nenhuma criança, enfim. Aos 4 anos de idade meu pai já deixava eu ir sozinho brincar nessa área. Demorei um pouco para fazer amigos, mas fiz, meu primeiro amigo que fiz se chama Jace, até hoje sou amigo dele, mas na verdade considero-o como irmão e como melhores amigos, pois passei minha infância praticamente toda com ele. Quando fiz 5 anos meus pais me explicaram o que era a dobra dos elementos, de cara eu já gostei, pois quando era criança sempre sonhava em ser um super-herói, mas isso é totalmente normal né, toda criança já sonhou em ser um super-herói. Entendendo sobre a dobra meus pais me explicaram mais sobre a dobra de água e me ensinaram algumas coisas, minha mãe tentava me ensinar a curar pessoas, mas naquela idade eu nunca consegui aprender. Então o trabalho mais pesado foi do meu pai. Eu passava a maior parte do tempo em um dia com Jace, mas de tanto que eu gostava de aprender a dobra de água todo tempo livre que eu tinha eu ficava sempre perturbando meu pai para que ele me ensinasse cada vez mais. Um pouco depois que eu fiz 5 anos minha avó materna Ágatha me deu de presente um Cão-Urso Polar que por certo era fêmea, ao qual eu dei a ele o nome de Luna. Desde criança eu me interessava pelos astros celestes, mas quando a noite chegava eu tinha medo da escuridão, mas ao mesmo tempo todo dia estava lá no céu uma bola brilhante, a Lua, a qual eu gostava muito, perdia horas observando ela, mas também percebia que existia uma ligação entre mim e ela, que fiquei sabendo quando meu pai me contou sobre a dobra de água, mas não era só essa ligação que eu tinha, eu realmente gostava de observá-la, seu brilho profundo penetrava meus olhos. Meu cabelo sempre foi louro, desde criança, ele brilhava aos raios solares e lunares como o brilho da Lua.
Agora que tinha um Cão-Urso Polar além de brincar com meu amigo Jace levava Luna comigo, quando fiz 6 anos de idade Jace também ganhou um Cão-Urso Polar também fêmea, que a deu o nome de Solara, para ficar meio relacionado com minha Luna. Um tempo fora se passando e eu comecei a treinar com Jace a dobra de água, tanto eu quanto ele sabíamos a mesma coisa, mas sempre treinávamos juntos, sempre que eu treinava eu tentava fazer os movimentos com perfeição, tentava não errar nada, gostava de mostrar que eu só fazia se estivesse certo, toda vez que eu errava um movimento eu parava e logo voltava para continuar desde o começo. Já Jace era diferente, no começo ele não gostava muito de tentar fazer perfeito, mas como eu era 1 ano mais velho que ele eu acabei influenciando ele.
Uma coisa muito marcada na minha vida, quando completei 8 anos de idade Jace arrumou uma briga com um menino da escola de treinamento, por certo o menino que Jace teria que brigar era mais experiente que nós. No dia da briga fiquei com receio de que Jace se machucasse, e não queria que aquilo acontecesse com ele, quando ele foi brigar com o menino que se chamava Ivan, eu pedi para que eu brigasse ao invés de Jace, queria que se alguém fosse sair machucado era para ser eu e ninguém mais. Jace não concordou mas eu insisti muito, até que ele deixou, quando comecei a brigar com Ivan percebi que eu talvez realmente poderia sair machucado, mas naquela noite eu ouvi a Lua falando comigo dizendo que a melhor arma de um dobrador de água não é a brutalidade nem a hostilidade e sim a leveza, a graciosidade e a agilidade. Concordando com aquele conselho que a Lua me dera eu apenas me esquivei dos ataques de Ivan, nunca fizera aquilo na minha vida, era como se eu tivesse aprendido na hora certa, enquanto desviava de seus ataques eu o observava e percebi que seu ponto fraco era que ele era totalmente bruto e baixava a quarda, assim que chegou o momento certo eu usei da minha dobra de água para fazer um chicote de água que enrolou no pé do Ivan e o derrubou no chão, eu estava pronto para acabar com ele mas não conseguira, além do mais, eu era apenas uma criança, e ele aceitou que tinha perdido a luta. A partir daquele dia ele virou meu amigo e também amigo de Jace, e me pediu desculpas por aquilo. No fim tudo da certo. Quando completei 9 anos minha avó me deu outro presente, ela me deu um cantil de água para que eu pudesse ter comigo o resto da minha vida. Alguns meses depois que completei 9 anos fizemos um passei pela Tribo da Água do Norte, nesse passei foram apenas minha avó Ágatha, eu e Jace. O passei foi bem legal, conhecemos partes diferentes da Tribo da Água do Norte, passamos por um lugar, que depois que minha avó contou quem tinha passado por lá, tinha achado muito legal. Ela me disse que quem tinha passado por lá era o antigo time Avatar, e que o antigo Avatar Aang e Katara haviam treinado com Paku, um professor que dava aula de dobra de água e que era o avô de Katara. Achei a história que ela me contou muito legal. Chegando a minha casa continuei brincando com Jace, só para variar um pouco.
Passando um tempo cheguei a completar 10 anos, nisso Jace estava com 9 anos. Quando fui na rua para o chamá-lo ele me mostrou o presente que havia ganhado, que também era um cantil de água, e que por coincidência era igual ao meu cantil de água.
Quando fiz 11 anos, minha avó me deu outro presente, uma pulseira com o símbolo da Tribo da Água que gostei muito e o uso até hoje.
Atualmente nessa época meu pai estava com 32 anos, minha mãe com 31 anos e minha avó com 51 anos. Luna e Solara já estavam bem grandes, ambas estavam um pouco maior do que eu. Eu e Jace aprendemos a montar no Cão-Urso Polar, começamos com algumas dificuldades, mas depois de alguns dias aprendemos e ficamos quase experientes. Apesar de estarmos com apenas 11 e 10 anos, já sabíamos andar de Cão-Urso Polar. Quando fiz 13 anos convidei Jace e mais alguns amigos para irem a minha casa.
Um pouco depois que completei 14 anos meu pai me chamou para ir acampar com ele, e eu perguntei-lhe se podia chamar Jace para ir comigo, e quando ele deixou eu fui correndo falar com Jace. Até então o dia do acampamento, meu pai nunca chegou a conhecer por certo Jace, nessa idade ele tinha o cabelo idêntico ao meu, porém seu cabelo era castanho, tinha olhos claros com um tom amarronzado, tinha a minha altura e não era nem magro nem gordo, para falar a verdade, acho que ele daria muito para ser meu irmão, ele era muito igual a mim. Na noite que fomos acampar, quando chegamos no lugar certo meu pai parou e começou a montar a barraca, enquanto ele montava eu e Jace ficamos treinando a dobra de água, e inesperadamente Jace conseguiu manipular a água fazendo um jato de água, a água que ele manipulou foi em direção a mim e doeu um pouco, mas logo a dor passou pela curiosidade que me tomou. Desesperado de curiosidade para aprender aquele ataque, Jace me ensinou e não demorei muito até que dominasse aquele ataque. Quando a barraca finalmente ficou montada, entramos, pois já estava um pouco tarde da noite. Meu pai começou a contar histórias de terror e a que mais fiquei assustado foi a que antigamente existia uma senhora que manipulava as pessoas pelo sangue quando tinha Lua Cheia a noite, e as prendia dentro de uma caverna na montanha. Aquilo me deixou um pouco assustado, mas não fui apenas eu, Jace também ficou. Mas até achei interessante porque quando tinha Lua Cheia eu sentia uma coisa forte dentro de mim, eu me sentia mais confiante. Nossa jornada por lá acabou, e fomos para casa.
Quando fiz 15 anos, minha mãe começou a me ensinar a dobra de água voltada para a cura, junto a mim Jace também ficava comigo aprendendo a curar. Mas era difícil, e o que conseguimos curar foram apenas ferimentos leves, como ralados de machucado. Mas sabia que eu conseguiria um dia dominar esta arte assim como minha mãe domina. Alguns meses depois meu pai começou a me ensinar a passar a água do estado líquido para o solido, gostei muito e não demorei em aprender, tentava fazer tudo certo, sem errar nada, focava meu pensamente totalmente no congelamento da água. Assim que aprendi tentei ensinar a Jace, foi um pouco difícil, pois não era muito bom para explicar as coisas apesar de eu conseguir demonstrar meus sentimentos com muita facilidade.
Quando fiz 16 anos tive minha primeira luta amistosa com Jace, foi difícil ganhar, mas consegui, pois na hora em que lutava com ele usei uma habilidade que meu pai havia me ensinado um tempo atrás, que consegui fazer uma onda de água de mais ou menos a minha altura, ele tentou esquivar mas não conseguiu, a onda o acertou em cheio. Depois disso eu perguntei a ele se eu o tinha machucado, e ele disse que não e que tava tudo bem. Quando fiz 17 anos eu já estava praticamente um homem, pelo menos era o que eu achava, tinha 1,70 de altura, não era magro nem gordo, tinha poucos músculos a vista, eu tinha cabelo louro claro de tamanho mediano e meio bagunçado, e meus olhos eram azuis bem escuros com um tom de roxo e que em torno da íris era azul claro. E assim também era Jace com 1,72 de altura com o mesmo estilo de cabelo do meu, porém castanho claro, com a cor dos olhos castanho claro, e com o corpo parecido com o meu.
Alguns meses depois que completei meus 17 meus pais disseram que eu tinha que seguir minha vida, e assim fui para a Cidade República juntamente com meu amigo Jace e com Luna, Jace também levou Solara. Chegando lá completei 18 anos, e lá com dinheiro que nossos pais nos deram compramos uma casa e começamos a morar juntos na mesma casa, assim começamos a trabalhar em uma cafeteria de garçom para ganhar nosso próprio dinheiro, e também fomos a procura de aventura por lá, pois lá era aonde o Avatar estava, então sempre deve ter ladrões ou coisas do tipo que atacam a cidade.
-
Atualmente Korra esta com 37 anos, pois você disse que a história se passava 20 anos depois do desenho, e no desenho Korra estava com 17. Como nasci 1 ano depois que Korra atingiu seus objetivos derrotando Amon, eu estava com 19 anos.

(Eu sou super fan do Albafica, me espelho nele. Seus movimentos, o seu modo de andar e o seu olhar estão presentes no meu personagem.)


Última edição por Viktor Fernandes WB em Dom Jun 09, 2013 2:08 pm, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   Qui Maio 30, 2013 10:14 pm

Reprovado

Sua história está ótima, bem explicada e detalhada. Mas não se sabe as datas exatas dos fatos que ocorrem na série, então apenas retire as datas e sua ficha será aprovada ^^

Boa sorte XD

obs.: Muito interessante sua preocupação em explicar como escolheu as datas, mas como não sabemos o ano exato da trama, não posso aprovar sua ficha, Tente explicar com base no nascimento de Korra, ou dos fatos, indicando a quantidade de anos anteriores ou posteriores.
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MensagemAssunto: Re: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   Sex Maio 31, 2013 11:04 am

Muito obrigado, isso significa muito vindo de você. Vou me esforçar ao máximo novamente para deixar de acordo com o que você pediu, só que para então não ficar complicado não vou colocar nenhuma data, está bem? Porque nem eu entendo muito as datas do desenho.
Na história editada irei trocar o nome do meu personagem para Alec. E eu queria saber, minhas habilidades e (CuraI e CongelarI) meu animal foram aprovados?


Última edição por Viktor Fernandes WB em Qua Jun 05, 2013 4:24 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   Dom Jun 02, 2013 10:50 am

hey cara as habilidades vc tem que aprender durante as aulas vc não pode começar com todos tem as iniciais no modelo de ficha que são 3 se não me engano u.u


~ Banco ~ República Rank-S ~ Ficha ~

A SOBERBA É A PIOR DS ARMAS E A ARROGÂNCIA A PIOR DAS VENDAS!
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MensagemAssunto: Re: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   Dom Jun 02, 2013 2:10 pm

Sim Agnikawa, você está certo, porém a Thalita não disse nada a respeito das habilidades, ela apenas falou das datas.
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Viktor Fernandes WB

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MensagemAssunto: Re: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   Ter Jun 11, 2013 7:28 pm

Poxa, ninguém vai dar meu resultado não? :-(
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MensagemAssunto: Re: Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)   

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Alec, o Dobrador de Água. - Albafica ;-)
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